Toda vida, por mais importante que ela pareça, é absurdamente inútil. E a única coisa que eu queria hoje era encontrar algum padre, bispo, amigo, affair, bêbado ou qualquer outro tipo de idiota que tentasse me provar que estou errada. Tem dias que eu acordo louca pra bater em alguém…



Escrito pela Alê Félix
11, outubro, 2004
Comentários desativados em Toda vida, por mais importante
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Faço das palavras do André Stern as minhas: “Ahn?”.
E que fique claro que eu não tenho nada a ver com isso. Não tenho tido tempo nem para ser má em paz.
Chat domingo à noite! Com ou sem a minha participação. Beijo na bochecha e até mais.



Escrito pela Alê Félix
8, outubro, 2004
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Agora eu vou cantar para os miseráveis
Que vagam pelo mundo derrotados
Pra essas sementes mal plantadas
Que já nascem com cara de abortadas
Pras pessoas de alma bem pequena
Remoendo pequenos problemas
Querendo sempre aquilo que não têm
Pra quem vê a luz
Mas não ilumina suas minicertezas
Vive contando dinheiro
E não muda quando é lua cheia
Pra quem não sabe amar
Fica esperando
Alguém que caiba no seu sonho
Como varizes que vão aumentando
Como insetos em volta da lâmpada
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem
Quero cantar só para as pessoas fracas
Que tão no mundo e perderam a viagem
Quero cantar o blues
Com o pastor e o bumbo na praça
Vamos pedir piedade
Pois há um incêncio sob a chuva rala
Somos iguais em desgraça
Vamos cantar o blues da piedade
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem
Blues da Piedade (Cazuza)



Escrito pela Alê Félix
6, outubro, 2004
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Demorou, mas saiu. Abri uma comunidade no Orkut para os leitores do Balde de Gelo. Para participar, basta clicar aqui. Nela você poderá papear com os autores e leitores do blog que virou livro, acompanhar as datas e locais de lançamento e matar a curiosidade: uma das capas é a imagem da comunidade. A outra capa (o livro terá duas), só indo no lançamento. 😉



Escrito pela Alê Félix
30, setembro, 2004
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– Dornelles, preciso falar com você sobre o meu testamento.
– Anh? Não creio… Obrigado! Obrigado! Eu sabia que por trás desse coração de pedra havia uma alma caridosa. Obrigado, dona Alessandra! Não que eu queira que a senhora morra, mas… O que vai ficar comigo?
– Como você é besta, menino! Quem disse que eu tô falando de bens?
– Ué… Tá falando do que, então?
– De tarefas. Coisas que aliás, você só faz se eu estiver na sua cola.
– 🙁
– Bom, eu te coloquei no testamento porque, caso aconteça alguma coisa comigo, você ficará responsável pelo último post do blog. Mas não pense que é pra escrever qualquer bobagem. Já que eu tenho um “coração de pedra”, quero ver esse post ainda hoje.
– Mas a senhora ainda está viva!
– Engraçadinho… Quero saber exatamente o que você escreveria em um post após a minha morte.
– Grunft… &^%$… Isso lá é herança?
– E sem resmungo. Estou ouvindo daqui.
– :-s
– E não esqueça de colocar alma no texto, hein!
– :-b
– E não adianta fazer careta!
– 😮
– Sim, eu tenho poderes paranormais, tenho olhos nas costas, sou uma bruxa velha que lê a sua mente pervertida e é bom mesmo que você tenha medo de mim.
– 😐
Duas horas e meia depois…
– Ainda nesse post, Dornelles?
– Tô acabando…
– Ótimo. Pelo tempo, espero que esteja bom. Imprime e deixa na minha mesa.
“AHÁ, UHU! O amarula é nosso! AHÁ, UHU!
Inscrições abertas para os concursos “Garota camisa molhada” e “Melhor foto de luta de mulheres na lama.
Ps.: Sinto informar que a ALMA da patroa-coração-de-pedra-e-mão-de-vaca partiu dessa pra uma melhor. Informações sobre o enterro da vampira-ninja-do-sumaré, me mande um e-mail.”
– Dorneeeeeeeeeelles!
– Foi na padaria…



Escrito pela Alê Félix
27, setembro, 2004
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Putz. Esqueci o chat aberto. Desculpas pra quem entrou hoje de manhã e não entendeu nada. Final de semana que vem, se der, eu abro de novo.



Escrito pela Alê Félix
26, setembro, 2004
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Abrirei o chat hoje às 22 horas. Se eu não puder por qualquer imprevisto, Dornelles tem as chaves. Inté.



Escrito pela Alê Félix
26, setembro, 2004
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  • Trin Trin:
    – Não vai rolar o concurso original pois a ogra, digo, Dna. Alessandra proibiu. Estou conjecturando sobre uma variação mais familiar… :-/

  • Cheshire:
    – Puxa, você é o tipo de moça que eu gosto: esquerda e não direita! Divagando, você já experimentou o Netcaptor como browser? Eu usei bastante e é bem parecido com esse seu Crazy Browser. Mas browser mesmo é o Mozilla Firefox!

  • Zé:
    – No momento, todas as vagas de estagiário estão preenchidas. Estou pensando em contratar uma estagiária bem apessoada para me auxiliar, mas ainda vou ter que conversar muito com Dna. Alessandra.

  • Jaque e Gabi:
    – Vocês são duas das pessoas de alma mais doce que tem por aqui e se compadecem com as agruras diárias deste meu honrado trabalho.

  • Lilith:
    – Fotos estão no forno.

  • Carol:
    – Nós não desejamos desesperadamente que o blog faça sucesso, pois ele não é escada para o ego de ninguém. Aqui é um local para pessoas bacanas, que se conhecem mais mentalmente do que fisicamente e se apreciam. Dna. Alessandra começou isto aqui apenas como um exercício de escrita e assim continuará.
    – A sua frase “devemos agradar aos leitores, pois eles vêm aqui sem serem cobrados e na boa vontade “é uma pérola. São as pessoas que criam e mantêm blogs que fazem isso na boa vontade e NÃO desejam ser cobradas de nada. Gente que escreve para agradar aos outros está fadada a ser apenas um réles puxa-saco, sempre a mendigar a atenção e aceitação de todos e suplicando para que as pessoas gostem dela. Triste ver que sua felicidade reside na aprovação alheia e não no seu conforto intimo.
    – O seu blog tem uma média de 2,6 comentários por post. É neste ponto que as traças começam a aparecer?
    – Você me parece fazer parte de uma geração de pequenos ditadores que não está acostumada a ter respeito para com as pessoas. Se você trata assim aos seus entes próximos, cuidado: você está chegando a um ponto da sua vida em que as pessoas vão começar a responder às suas grosserias. Serão eles bem diferentes daqueles que te educaram desta forma, que acham bonitinho ter uma criança sem limites e chamam de “personalidade forte” esse egocentrismo. Espero que isso seja apenas resultado da sua imaturidade intelectual e ainda não esteja arraigado nos seus preceitos morais.
    – Se você acha uma merda e continua vindo aqui, é porque você gosta de merda.
    – O gato fica.



    Escrito pela Alê Félix
    24, setembro, 2004
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