Acho um absurdo cu não ter acento. Cu tem tudo pra ter acento e isto é tão óbvio que, se você parar para pensar no cu por apenas um segundo,
conseguirá visualizar nitidamente um acento agudo entrando no u.
Eu sei que não tem, mas às vezes da vontade de ignorar as regras de acentuação e colocar o acento no u do cu sem dó nem piedade.
Nenhum monossílabo merecia tanto um acento como o cu. Você olha para um cu sem acento e logo vê que está faltando alguma coisa.
Tanto é que muita gente não acredita que cu não tem acento. Começam a escrever, escrever e, quando percebem, já meteram o acento no cu.
Eu sei… eu também não gosto de vê-los separados, mas a rigidez da gramática nos impede de brincar com o cu. Se eu pudesse, daria acentos a todos os
cus escritos, poria acento no cu de todo mundo. Mas, tudo bem… melhor deixar o cu do jeito que está, melhor esquecer a idéia do acento do que
assassinar a gramática escrevendo errado só por causa de um cu. E cu sem assento fica de pé (que tem acento).
Vocês não fazem idéia do que rola nos bastidores deste clube.
Não sei como o Marcorélio e o cabeça de pacote aguentam esta mulherada e não sei como a gente aguenta aqueles dois.
Esse clube da lulu… sei não. Um dia sai morte lá dentro! Não sei porque não escancaram o fórum.
Espero que ninguém tenha percebido…
Todo mundo tem um dia filho da puta na vida… e no meio desses dias sempre aparece uma corda, um vidro de cicuta ou uma página de fim.
Não acontecerá de novo.
Vocês não esqueceram do lançamento desta sexta-feira não, né? Em Santos eu vou
com certeza. No Rio, por conta de uns probleminhas de última hora, ainda não sei. Mas estou fazendo das tripas o coração pra ir nos dois.
Dia 09 de Maio – Sexta-feira
Livraria Martins Fontes
Av. Ana Costa, 530
Tel.: (13) 3289-5657
a partir das 19h
Um dia desses numa conversa de boteco, a mesa toda chegou a conclusão de que mulheres são chatas. Até as mulheres presentes concordaram. Inclusive,
eu! Que só consegui lembrar de um ou dois nomes de mulheres “aparentemente” engraçadas. Desde então, ando me sentindo um porre. Fui drasticamente
atingida pelas estatísticas. Me sinto com uma etiqueta colada na testa: não tem graça!
Preciso de sol,
preciso de mar,
preciso de dias regados a água de coco,
preciso de uma rede com vista para qualquer horizonte,
um tango pra servir de inspiração e…
um notebook! Um notebook com internet banda larga.
“Afilhados”
A mãe dele diz que eles são meus afilhados, mas eu ainda acho que a minha presença pagã neste casamento não foi uma boa escolha.
Quando soube que o casal tinha um blog achei que estaria repleto de pornografia e bizarrice, mas foi uma decepção. Blog e casal coxinha… nada de
pornografia. O máximo que vocês vão encontrar lá é um selo sobre masturbação. Vindo do equilibrista nenhuma novidade… No mais, o blog é bem escrito
e cheio de gracinhas. Exibicionistas, claro! Quem sabe um dia eles não colocam uma webcam na cama e a coisa fica mais divertida.
Não vão lá ver, não?
Não me encaixo em alguns dos meus retratos passados. Lembro das datas, dos dias, das pessoas, lembro do cheiro e da cor. Lembro do estalo do clique.
Mas, às vezes, esqueço quem eu fui. Lembro das emoções, mas não lembro daquele meu olhar e nem do horizonte que ele vislumbrava.



