Eu quis ser diplomata (queria impressionar meus pais), mas a faculdade era em Brasília e aquelas ruas sem gente que eu via na TV, me assustavam.
Quis ser socióloga (era a minha cara), mas eu era imatura demais para estudar por prazer e tinha muito medo de morrer como o Zéca morreu.
Passei no vestibular de jornalismo (eu adorava aquela universidade, aquela cidade, aquelas pessoas e a turma de amigos do Belo Adormecido). Queria mudar pra lá aos poucos, mas eu não sabia fazer nada aos poucos. Durou pouco. A carreira era indiferente.
Pensava em ser escritora (todas as vezes que a minha tristeza ficava maior que eu) e cheguei a escrever um livro aos quatorze anos, que foi destruído um dia antes da Lina me apresentar para a moça que cuidava dos contratos da sua editora.
Entrei na faculdade de Direito (puro azar) e sai no segundo semestre com o estômago embrulhado depois das aulas do doutor Irineu e de conhecer tanto aluno fechado, e com valores e ambições estranhas.
Dizia que eu seria a primeira mulher presidente da república neste país (só para fazer charme para os menininhos da UNE), mas eu acho que renunciaria a qualquer cargo público antes do primeiro semestre. Os políticos profissionais se pareciam muito com os alunos da faculdade de Direito.
Quis ser primeira dama (ele me impressionava com seus discursos), mas percebi muito cedo que ele era uma farsa. Uma farsa facilmente corruptível e que não iria muito longe. Graças a deus, não foi.
Quis ser terapeuta (achei que era melhor pagar cinco anos de faculdade do que cinco anos de terapia), mas decidi não mascarar os meus próprios problemas cuidando da sanidade alheia.
Cantora de ópera… Como eu quis cantar como a Mércia (doce ilusão). Mas percebi que não bastava ser gorducha, teatral e ter uma voz engraçada. Compreendi nas primeiras aulas que a música era um idioma que eu nunca dominaria com maestria e que eu tinha uma alma pop demais para crescer em um ambiente erudito. Precisaria nascer de novo.
Violoncelista (Era sexy! E eu queria ser uma espécie de bruxa de Eastwick), mas não seria mais fácil do que cantar ópera. A carga horária era alta e me sobraria pouco tempo para as festas, farras e fins de semana.
Fui assistente de um leiloeiro (eu era muito nova, era louca para trabalhar e a Silvia me contratou depois que a convenci de que, dali pra frente, me disfarçaria de adulta para sempre ), mas eu bagunçava demais naquele lugar. Fui embora poucos meses depois quando a brincadeira acabou. Nunca mais consegui desfazer a promessa.
Atriz… Quase cai na ribalta (pura falta do que fazer), mas descobri que eu só sabia ser convincente na vida real. Em outros palcos, minha canastrice seria facilmente identificada. Cinco minutos antes da primeira aula da oficina da Clara, dei adeus ao teatro e troquei o exercício da árvore pelo de história da fotografia.
Fui fotógrafa (adorava dizer que eu era fotógrafa, todo mundo que eu conhecia achava bacana e eu era menina. Uma menina boba.) e não demorou muito para que eu transformasse a luz das imagens, na luz que eu buscava para me tornar independente financeiramente. Com o tempo, minha miopia anulou o pouco talento que eu poderia explorar e eu não estava preparada para ser uma adolescente endinheirada, sem ser independente.
Eu achava que era vendedora, mas o Mendes dizia que eu era representante comercial (só queria férias de mim mesma). O anúncio do jornal parecia o botão de boot que eu precisava dar na vida, mas os aparelhos de videotexto eram só uma janela para um universo paralelo ao meu.
Comprei um bar noturno (puro interesse estético. Aquele era o local de gente mais bonita e louca por metro quadrado da cidade). Achei que estava comprando um pedaço bom do meu passado e dos meus velhos amigos, mas o tempo passou e eu não fui capaz de acompanhá-lo.
Quis ser qualquer coisa no Alasca (eu queria fugir das pessoas), mas desisti quando a Lucy do ICQ me contou dos ursos comedores de gente, dos terremotos, vulcões e da tristeza nos olhos daqueles que chegavam lá para se esconderem do mundo.
Quis ser qualquer coisa em Porto Seguro (eu estava apaixonada). O carnaval passou, o trio elétrico pediu que eu ficasse, e eu fiquei. Fiz as melhores fotos que os meus olhos captaram, vendi minha alma quando entreguei aqueles negativos, o moço de carreira promissora despedaçou meu coração, a paixão virou uma dor insuportável e eu voltei chorando para São Paulo. Nunca mais fotografar fez sentido.
Fui sócia de uma empresa (um momento de entusiasmo entre quatro grandes amigos que acabou virando contrato), mas a gente fazia mais reuniões filosóficas do que profissionais em uma época na qual o dinheiro era mais importante do que as indagações existenciais.
Eu quis ficar com a editora quando meus amigos foram embora (o objeto social tinha sido redigido sob encomenda para a minha vida), mas até hoje sinto falta deles. Queria que ela fosse um galpão onde novos e velhos amigos estivessem por perto, os sonhos se tornassem realidade, todos ganhassem o necessário e o expediente acabasse depois do almoço, no boteco da esquina. Mas a gente complica tanto as nossas vidas…
Ando querendo ser pescadora em qualquer mar que o meu coração aportar, mas eu não entendo essa danada dessa vontade. Se sou incapaz de matar até pernilongos, como posso viver da morte dos peixes?
Deve levar um tempo pra gente compreender que todas as escolhas fazem parte de um único caminho com um monte de caminhozinhos menores que só servem para confundir a nossa cabeça. Eu devo ter precisado querer tudo que eu quis e ter conhecido as pessoas que eu conheci, para ser quem eu sou hoje. E, talvez, o que eu sinta hoje seja necessário para viver o dia de amanhã. Não sei. Não sei mais da minha vida. Sempre achei que soubesse, mas nunca soube. Ela sempre me leva para os caminhozinhos que quer. E quando eu digo não, ela me faz de trouxa, abre crateras na minha estrada, põe neblina no meu horizonte e me faz dar voltas. Voltas e mais voltas… até eu deixar de ser medrosa e permitir que ela me apresente detalhes, opções, pessoas e lugares que vão sempre me convencer a mudar, a conhecer e a dizer uma quantidade menor de “nãos”. O engraçado é que, do pouco que eu quis e do outro tanto que eu fiz, eu me apaixonei muito mais pelas pessoas que eu encontrei do que pelos caminhos que eu arrisquei. Essa é uma hipótese assustadora, mas estou começando a achar que a minha sina é gente.



Postado por:Alê Félix
15/07/2004
0 Comentários
Compartilhe
gravatar

Ana Paula

julho 15th, 2004 às 16:49

Esse foi, com certeza, o seu texto mais lindo.
:*** pra vc.


gravatar

angixxx

julho 15th, 2004 às 17:01

Putz vc filosofa d+ …Pq vc não é filósofa ?????
Hehe…Nada contra filosofar…Eu tbm faço isso, + qro ser juiza…


gravatar

Débora

julho 15th, 2004 às 17:22

Cacete, Alê, você expressa bem os seus sentimentos. Eu costumo socar a parede.
Também é menos triste….
Até logo!! =D


gravatar

Poliana

julho 15th, 2004 às 18:11

Uhhh… Se eu fosse sentimental o meu teclado já estaria cheio de pingos… hehehehe… Sabe Alê,às vezes nossa vida é resumida em vagar à procura do par perfeito, do emprego perfeito, da vida perfeita, das pessoas perfeitas, e nem sempre achamos o que queremos… Vc não se deu muito bem na procura do emprego, mas sempre há uma compensação, e a sua foi conhecer as pessoas q vc conheceu, lembre-se de que alguém pode ter fechado uma porta, mas sempre haverá uma janela… Desejo a vc menos indecisões, pq ser indeciso é uma MERDA… hehehhe… Beijos e abraços!!


gravatar

Nuria

julho 15th, 2004 às 18:33

Com toda certeza vc deveria ser escritora…
Eu leria TODOS os seus livros com um enorme prazer….
Fiquei com raiva pq vc não pôde publicar seu livro aos 14 anos….q droga!
O Brasil está perdendo uma ótma contadora de histórias…
Bjus…


gravatar

Rapha

julho 15th, 2004 às 19:32

Porque fotografar perde o sentido quando temos uma ruptura amorosa?
Eu também desisti de ser fotógrafo quando minha ex me deixou. Não sei se hoje em dia recuperei a luz…
Beijo, excelente post!


gravatar

Isabella

julho 15th, 2004 às 23:15

Lindo texto.


gravatar

Lila

julho 15th, 2004 às 23:42

Nossa, é até engraçado, mais eu quase chorei… vc já vez tanta coisa Alê, vc é tão sociável, sua sina é realmente gente! Eu morro de medo de me guiar por caminhos errados… de não fazer as escolhas certas, vc é um exemplo sabe, de quem já fez d tudo um pouco e ainda consegue ser um porto seguro para todo e qualquer amigo. Admiro vc!


gravatar

Nat

julho 16th, 2004 às 0:06

nossa , lindo msmo !
qta coisa q vc tentou ser !
+ tmb acho q vc daria uma ótima escritora !
paraih ! do q q eu tou falando ???….
vc JAH EH UMA ÒTIMA ESCRITORA !!!!
mto emocionante esse texto …
boa sorte na sua sina .. ; )
bjus


gravatar

Túlio

julho 16th, 2004 às 0:52

A gente sempre tentando ser tantas coisas que na verdade somos incapazes de ser. Nossa vida é uma busca sem fim…
Que pena que seu livro foi destruído, ainda mais qnd vc ia conhecer, a pouco, uma editora.
Ainda bem que nossoa atos na vida quase sempre têm voltas… seria perigoso demais viver se não pudéssemos voltar atrás qnd se está errado… mas viver não é perigoso?
Alê, as pessoas, por mais que neguem, sempre têm a sina de estar com pessoas… elas gostam, elas que querem… a gente precisa sempre estar cercado por alguém pra nos sentir completo.
Beijos! 🙂


gravatar

Michaella

julho 16th, 2004 às 1:26

É… Eu poderia ficar horas lendo esse seu blog… (na realidade, às vezes eu fico mesmo! rs) …
Não sei porque, me identifiquei com isso que vc escreveu… Esse texto maravilhoso que vc escreveu… Talvez todos tenham se identificado! … Estranho eu ficar dizendo isso, quando não tenho nem metade da sua bagagem de experiências e ainda não escolhi nenhum caminho (e nem mesmo um caminhozinho) pra minha vida… Me identifiquei porque desde que me conheço por gente, quis ser tanta coisa… e não fui nada! …
Adoro o modo como vc escreve!
Me visita quando puder, tá? 🙂
Beijos


gravatar

Neto Cury

julho 16th, 2004 às 2:09

Misturando sua complicação e mais filosofia saudosista, o resultado é esse post.
Bjus


gravatar

Luna Solista

julho 16th, 2004 às 4:21

Mas afinal o que vc quer ser quando crescer?!


gravatar

Deh

julho 16th, 2004 às 8:38

serio que as vezes vc me dah uma sensação absurdamente estranha..
:*


gravatar

Bella

julho 16th, 2004 às 8:55

Menina(me desculpe a intimidade), vc escreve cosias maravilhosas. Eu viajo nos seus textos, adorei cada palavrinha que vc escreveu aqui. Você sabe como colocar as palavras, sabe como dar vida a elas e seduzir quem as lê. Parabens! Não importa o que vc queira ser, eu tenho certeza que vc está sendo o seu melhor, emocionando as pessoas que passam por aqui e ficam viciadas nas suas palavras mágicas que encantam e seduzem a gente….
Beijos pra ti…
E parabens!!! 😉


gravatar

Eu mesma

julho 16th, 2004 às 9:34

Ei, ei, ei… que história é essa de ficar estereotipando os alunos de Direito? Tem muita gente bacana, sim. E a sua descrição: pessoas com ambições estranhas, fechadas não é muito condizente com a realidade… Mas adorei o texto mesmo assim!!! rs


gravatar

Mônica

julho 16th, 2004 às 9:50

Quando eu crescer quero ser igual a você!!!


gravatar

Renato Guarilha

julho 16th, 2004 às 11:42

Olha esse é daqueles, que dá uma saudade na gente de tudo ainda não vimos. (Legião Urbana)
Eu também quis ser tanta coisa. Caminhoneiro, motorista de ônibus, astrunauta, cientista, piloto de caça, da marinha, guarda-florestal, músico, médico, engenheiro, até politico, como você (risos).
É engraçado, como nós vamos traçando nossas vidas, como naquele jogo das canetas (vermelho e azul ou preto) que vamos ligando os pontos, e nosso adversário, o destino, vai ligando os outros. A nossa sorte é que esse tabuleiro é imenso, e são tantos os quadrados, que acho que até a hora derradeira, quando a Indesejada das Gentes chegar, nós podemos ligar uns pontinhos.
O certo é que existem sonhos que não poderemos jamais alcançar, e temos que ficar o tempo todo controlando nossas frustrações, mas existem sonhos paupáveis. Esses deixo na minha lista de desejos pessoal, para que um dia consiga realizá-los.
O meu combustível é muitas vezes a pessoa ao lado. A senhora de uns setenta anos que ví sair do colégio de ensino fundamental. É a médica que se formou com oitenta anos. É o engenheiro que largou tudo, pra viver com a familia no interior e abriu um botequim.
Isso vai me dando coragem para que um dia eu vá ligar um ponto decisivo no jogo, e ganhar aquela caixinha que estava na minha lista.
Tenha fé. E fé não precisa estar ligada a religião, e sim na esperança de acreditar nos próprios sonhos.
Abraços,


gravatar

Rods

julho 16th, 2004 às 11:52

Muita coisa para te falar!!
Nada de muito importante!
na verdade é que eu gosto de bater papo com você. hummmmm. devíamos assistir Shrek 2.
Topa?
Um beijo bom


gravatar

Junior

julho 16th, 2004 às 12:53

Olá Alê. Estou curioso sobre aquele contato que te arrumei. Deu jogo? Dê uma alô. Amanhã verei uma pessoa que poderá dar uma reforçada nesse assunto. Beijos…


gravatar

rosangela

julho 16th, 2004 às 13:23

Lindíssimo texto Alessandra. Como sempre. Abraços, rosangela


gravatar

rosangela

julho 16th, 2004 às 13:24

Lindíssimo texto Alessandra. Como sempre. Abraços, rosangela


gravatar

Pucca

julho 16th, 2004 às 13:44

Adoro seu blog pq sempre me divirto com seus textos engracados e inteligentes. Mas este esta fora de serio!!!
Perfeito!!!
Nao eh engracado, mas uma reflexao q eu faco todo dia na minha cabeca que quase me convenco q nao eh muito certa…
E sem duvida, nosso hj eh so uma base pro nosso amanha…
beijos


gravatar

Dani

julho 16th, 2004 às 14:52

Nossa, muito bom o texto. Acho que todos nós ao lermos, nos reconhecemos em alguma parte da história. Eu tb já quis ser, fazer, diversas coisas, e acredito que mesmo agora, aos 24 anos já pós-graduada, tenho dúvidas do que ser ou o que realmente quero fazer da minha vida.
Um beijão


gravatar

Taís

julho 16th, 2004 às 15:43

E a Saga, nao vai mais escrever?? =((
Já faz teeeempo… to com saudades…


gravatar

André Stern

julho 16th, 2004 às 17:37

Puta la merda, preciso parar de ver esse blog… XP
Esse post está tão sensacional, que estou lutando comigo mesmo para fazer um hiper plágio e escrever algo do gênero sobre a minha pessoa XP
Brincadeira, sem neuras, eu nunca faria isso *se for para plagiar, ao menos que faça uma cópia melhorada, e Mufasa me livre tentar pensar em ousar escrever como a Alê XD*
De todos que falou, acho que só não pensei em ser cantor de ópera mesmo 😉 heh


gravatar

Ligeirinho

julho 16th, 2004 às 17:51

Poxa Ale, me deixou a pensar em tantos caminhos que me fiz andar… muito bonito e tocante seu texto. Parabéns pra vc é pouco!!!!


gravatar

marina

julho 16th, 2004 às 18:13

eu fui pra poços essa semana
e passei por aquela lua da fotinho dos seus pais
mas ela estava quebrada
mas q na hora eu lembrei na foto eu lembrei
:**


gravatar

thais

julho 16th, 2004 às 21:00

Bom pra começar, não sou da sua idade, mas acho q pra vc seria interessante ter umapessoa que te admirasse tanto quato eu… venho lendo os teus textos sensacionais ha algum tempo…. vc e uma grande artista, vou ver se acho o seu e-mail pra te passar um poema (tipo shaeckesper) que eu fiz… acho a tua visão muito emocionante e queria te conhecer melhor!!!! me mande um e-mail se eu naum te contatar dentro de 42 hrs… me desculpe o encomodo… mas amo mentes artistas como atua! Bjs!oOoThAtHyoOo


gravatar

Trinity

julho 17th, 2004 às 5:39

Falando de caminhos confusos, eu não sei se eu ando mais confusa ou querendo criar confusão pra mim mesma, só sei que ando uma idiota nos últimos dias, ignorante, grossa, depressiva e devia estar quieta como sempre fui, mas quando preciso é que falo. Posso com isso? No momento, eu quero morrer, mas amanhã eu vou querer minha vida de volta, e talvez não a consiga. Algumas pessoas conseguem a proeza de viver, outras apenas existem. No momento, eu acho que não faço mais do que existir.
… e isso não vai fazer sentido nenhum pra você, mas na minha cabeça tá fazendo… hohohoho.


gravatar

Dan

julho 17th, 2004 às 10:05

Alê, só fiz questão de fazer este comentário para q vc saiba q ganhou mais um fã e com certeza mais um leitor assíduo, pois não teria mais nada para comentar sobre o seu texto q ja não tenha sido dito aki….como escrevi em um dos seus posts antigos, repito aki neste q sinto muito mesmo só ter conhecido agora seu blog….vejo o qto perdi este tempo todo. Mas com certeza nada mais me fará deixar de dar uma espiadinha diária aki….te desejo um ótimo fim de semana…e q papai do céu conserve em ti esta mente maravilhosa….beijos sinceros.


gravatar

*Palua*

julho 17th, 2004 às 10:34

Té e o tal do OVO NEGRO nunca mais?!?!?!?!?
Tá certo…. Bejos…


gravatar

Mônica/RJ

julho 17th, 2004 às 12:38

Sabe, somente hoje tive a grande sorte de ler o seu blog. Este post me faz perceber o quanto tu és corajosa para percorrer os caminhos que aparecem.
Queria ser como vc, sem medo de arriscar.
Parabéns pelo belo texto.


gravatar

Mônica/RJ

julho 17th, 2004 às 12:39

Sabe, somente hoje tive a grande sorte de ler o seu blog. Este post me faz perceber o quanto tu és corajosa para percorrer os caminhos que aparecem.
Queria ser como vc, sem medo de arriscar.
Parabéns pelo belo texto.


gravatar

Mônica/RJ

julho 17th, 2004 às 12:45

Qual é o chat que vc está sempre???????


gravatar

Lidiane

julho 17th, 2004 às 12:57

Gostei *muito* do post de hoje.


gravatar

Bebella

julho 17th, 2004 às 15:57

Kd a saga???????????
Fax mto mto tempo que vc naum posta!!!!!
=[


gravatar

Isabella

julho 18th, 2004 às 2:52

Oi! Estou passando aqui de novo… Aliás todo dia eu dou uma espiadinha…
Eu tinha escrito o maior textão aqui pra colocar nos comentários e depois só apaguei tudo e escrevi apenas “lindo texto”… lá embaixo… heheh
Por que será? o.O” Achei que era melhor escrever só isso… Acho q pq não tem muito o que comentar. Está lindo mesmo… parece que todo mundo se encaixa dentro dele, pelo menos em parte, né? Esse texto mostra a insegurança, a incerteza que todos nós temos em relação ao futuro e, ao mesmo tempo, as pessoas boas, as surpresas e alegrias da vida que encontramos pelos caminhos que escolhemos seguir. O importante é viver.
Ah… eu vi Garfield – O Filme hoje :-))) Muito engraçado… Vc gosta do Garfield, Alê? hehe Muito legal. Eu gostei. Vc gosta desse tipo de filme? Eu sei q vc viu Tróia… E nada a ver, né? Muito menos com o post… :-p
Beijos.


gravatar

joice

julho 18th, 2004 às 12:58

bem legal seu blog! me convida para o Ortkut?


gravatar

urg

julho 18th, 2004 às 16:03

Não vou ser mais um fã esperando afagos, sorrisos ou autógrafos.
Não vou pedir beijos, abraços.
Não vou fazer poemas, poesias, míseros versos.
Não me convide, não me responda.
Não quero sua amizade, seu receio ou sua dor.
Quero ser apenas um número, este que nas estranhas abstrações numérica deste mecanismo magico que é o computador e suas retrancas anotam em seu blog.
Um número, sem corpo, sem fala, sem dedo, apenas um, um somando…


gravatar

Carla

julho 18th, 2004 às 17:04

Muito legal sei blog.
Entrei por acaso.
Quando procurava pelo raio do OKUT.
Não me interesso por grupos e afins, mais ouço falar tanto que me senti excluida….
Volto sempre aqui.


gravatar

Julia

julho 18th, 2004 às 17:15

Ai que post maneiro… Amei a sua reflexão…
Seu blog continua o máximo, como sempre…
Bjus da sua fã que puxa muito o seu saco, Ju.


gravatar

Anônimo

julho 18th, 2004 às 18:42

Seu Site e uma droga,n tem nada joga no lixo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


gravatar

Anônimo

julho 18th, 2004 às 18:42

Seu Site e uma droga,n tem nada joga no lixo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


gravatar

Taly

julho 18th, 2004 às 19:15

De repente você poderia repensar na possibilidade de fazer psicologia.
Beijos


gravatar

paty

julho 19th, 2004 às 0:09

Eu entreo em seu site por acaso e simplismente amei, li exatamente o que estava precisando. parabéns.


gravatar

coco

julho 19th, 2004 às 21:03

fdtrytyt


gravatar

sei la

julho 20th, 2004 às 13:52

eh uma bosta esse sew blog…….
joga ele na lata do lixo…….
…………
flow
=)


gravatar

num interessa

julho 21st, 2004 às 0:52

seus bando de viadu num coloca fotu num coloca nada. Esse seu blog eh horrorozo q mer da


gravatar

Felipe

setembro 11th, 2004 às 19:22

este site é uma merda uma bosta seus idiotas……….


Deixe um comentário